OutroTorrestir3 de novembro de 2026

Torrestir regista poupança de 693,5 toneladas de CO₂ com gestão sustentável de pneus

A empresa portuguesa de transporte e logística Torrestir estimou ter evitado a emissão de 693,5 toneladas de CO₂ e o consumo de 204,4 toneladas de matérias-primas em 2025, através da gestão sustentável dos pneus da sua frota. Os dados constam de uma declaração emitida pela Michelin, que atribuiu à empresa o Certificado de Gestão Sustentável de Pneus.

A Torrestir, empresa portuguesa de transporte de mercadorias e logística, registou em 2025 uma poupança estimada de 693,5 toneladas de dióxido de carbono (CO₂) e de 204,4 toneladas de matérias-primas através da gestão sustentável dos pneus da sua frota, segundo uma nota de imprensa da empresa citada pelo Jornal Económico. Os dados constam de uma declaração emitida pela Michelin, que reconheceu as práticas da transportadora através do Certificado de Gestão Sustentável de Pneus.

A poupança resulta de medidas destinadas a prolongar o ciclo de vida dos pneus, nomeadamente o reesculturado e a utilização de pneus recauchutados na frota de transporte, práticas que reduzem a necessidade de produzir e utilizar pneus novos, de acordo com o Grande Consumo. A recauchutagem consiste em recuperar a banda de rodagem dos pneus, evitando a substituição completa sempre que existem condições técnicas para o efeito.

"Numa empresa de transporte e logística, a sustentabilidade tem de estar presente nas decisões concretas da operação", afirmou Fernando Torres, fundador e presidente do Grupo Torrestir, citado nos três meios de comunicação social. Segundo as mesmas fontes, a gestão sustentável dos pneus integra uma estratégia operacional mais vasta que abrange a renovação da frota, a eficiência energética dos veículos, a produção de energia renovável e a formação em condução ecológica (eco-driving).

Fundado em 1962, o Grupo Torrestir é uma empresa familiar de transporte e logística que conta atualmente com mais de 3.000 colaboradores e uma frota superior a 2.000 viaturas, operando em Portugal, Espanha e Alemanha, refere o Jornal Económico.

Porque importa

A poupança quantificada mostra que medidas concretas de economia circular, como a recauchutagem, podem gerar ganhos ambientais relevantes numa frota de grande dimensão, sem comprometer a operação. Para o setor do transporte de mercadorias, em que a utilização intensiva dos veículos pesa nas despesas e no impacto ambiental, a gestão do ciclo de vida dos componentes reforça a eficiência operacional. O reconhecimento pela Michelin, através de certificação, acrescenta validação externa a estes resultados.

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