Schindler lança programa de formação e abre 11 vagas em Portugal
A Schindler anunciou a primeira edição em Portugal do programa "Schindler Campus", que prevê 11 vagas em Lisboa, Coimbra e Faro para formar técnicos de montagem de elevadores e escadas rolantes. As candidaturas decorrem até 20 de novembro.
A Schindler anunciou esta segunda-feira o lançamento em Portugal da primeira edição do "Schindler Campus", um programa de formação de profissionais de montagem de elevadores e escadas rolantes que prevê a abertura de 11 vagas no país, distribuídas por Lisboa, Coimbra e Faro.
A empresa explica que o programa surge para "combater a escassez de mão de obra especializada no setor" e responder ao crescimento do negócio em território nacional. A nível ibérico, a iniciativa vai formar 58 futuros técnicos, dos quais 47 em Espanha e 11 em Portugal.
O processo de candidatura para a edição de 2026 decorre até 20 de novembro através da página oficial da empresa e destina-se a perfis com formação de base ou conhecimentos prévios nas áreas de eletricidade, eletrónica ou mecânica. A formação, com 500 horas teóricas e práticas, arranca a 9 de dezembro e prolonga-se até 5 de abril, combinando aulas virtuais e workshops presenciais. O percurso inclui ainda dois dias de formação intensiva no Centro de Formação Técnica da Schindler, em Saragoça (Espanha), com custos de viagem e alojamento assegurados pela empresa.
Após o período formativo, os participantes realizarão estágios remunerados nas delegações locais da Schindler, com o objetivo de integrarem o quadro de pessoal da multinacional. Citada na nota de imprensa, a diretora de Recursos Humanos da Schindler Ibéria, Natalia Fernández, considera o lançamento do programa no mercado português "um passo fundamental" para criar "uma via de emprego estável" e formar os técnicos de que as cidades do futuro necessitam.
Fundada na Suíça em 1874, a Schindler conta com mais de 67.000 colaboradores em todo o mundo e transporta diariamente mais de 2.000 milhões de pessoas.
Porque importa
O programa chega num setor que enfrenta escassez de mão de obra especializada e cria uma rota de entrada profissional com estágios remunerados e integração posterior no quadro de pessoal. Para quem tem formação em eletricidade, eletrónica ou mecânica, abre-se uma via de qualificação com custos de deslocação cobertos pela empresa.