Restaurante Subenshi abre quarta unidade, em Gaia, com proposta japonesa e influências brasileiras
O Subenshi inaugurou uma casa em Vila Nova de Gaia, a quarta do grupo, situada no complexo WOW, com vista para o Douro. A nova unidade combina sushi com pratos que cruzam referências japonesas e brasileiras.
O Subenshi abriu a sua quarta unidade, em Vila Nova de Gaia, no complexo turístico e cultural WOW, junto ao Douro. A casa, inaugurada em 2026, integra uma rede que começou em Aveiro, em 2014, e que se expandiu depois para o Porto e Lisboa.
O fundador, Bernardo Embaixador, viveu três anos no Brasil, a partir dos 16 anos, onde se aproximou da culinária japonesa. Ao regressar a Portugal, voltou ao sushi e, em 2014, abriu a primeira unidade da marca. Em Gaia, a sala tem capacidade para 75 pessoas e é decorada com um moliceiro dourado, de oito metros, suspenso no teto, e cerca de 2.500 elementos de carvalho trabalhados à mão.
Na cozinha, o menu inclui wagyu japonês e peixe sujeito a maturação, processo realizado numa câmara instalada na sala principal. Entre as entradas estão as Gambas Subenshi, com camarão selvagem de Moçambique em tempurá, a 16,95 euros por quatro unidades, e o menu executivo de picanha wagyu, a 34 euros, servido com arroz branco, feijão preto e maionese trufada e japonesa. A carta mantém também combinados de sushi e sashimi, como o Benshi L, com 20 unidades, a 47,50 euros, além de yakisobas, gyozas e sobremesas como a cheesecake de framboesa com matcha e lima kaffir, a 10,80 euros.
"O tempo que passei no Brasil foi uma autêntica escola", recorda Bernardo Embaixador, associando a disciplina aprendida no desporto ao modo de trabalhar. Sobre a localização em Gaia, o empresário afirmou que "isso obriga-nos a pensar o empreendimento de uma forma mais abrangente", pretendendo surpreender quem chega pela primeira vez à marca.
Porque importa
A abertura em Gaia reforça a expansão da marca para norte do país, numa zona de forte afluência turística. A aposta em técnicas como a maturação do peixe e em ingredientes como o wagyu japonês mostra uma estratégia de diferenciação num mercado de sushi cada vez mais competitivo. A combinação de referências japonesas e brasileiras distingue a proposta das ofertas mais tradicionais do segmento.